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Procurando Dory: Uma Jornada de Superação

O que a animação da Disney "Procurando Dory" pode nos ensinar sobre empatia, trabalho em equipe e liderança e acima de tudo superação

Por Janilton Maciel Ugulino dia em Insights

Procurando Dory: Uma Jornada de Superação
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Sempre gosto de assistir os filmes e ter uma visão olística do cenário proposto pelo produtor e assim aprender com o que o escritor quis passar para gente ao assistir o filme, sendo ele até mesmo uma biografia de ulguma personalidade

Assim como fez em Toy Story, Carros e Monstros S.A., após 13 anos da estreia de Procurando Nemo, a Pixar/Disney revisitou a barreira de corais em Procurando Dory. Coadjuvante no primeiro filme, Dory vira protagonista de uma aventura repleta de criaturas marinhas, onde fala-se sobre limitações, superação e, principalmente, sobre trabalho em equipe e autoconhecimento.

A primeira vez que assisti Procurando Nemo, o assisti com meu sobrinho e vislubrei demais aquela jornada de um pai herói em busca de seu filho desaparecido conquistou minha atenção, e a do meu sobrinho nem se fala, e logo se tornou um dos filmes queridinhos da garotada. Principalmente por conta de dois personagens: um pequeno peixe palhaço com uma “nadadeira da sorte” e uma peixe fêmea azul que tinha perda de memória recente, nossa querida Dory.

Se em Procurando Nemo os personagens “diferentes” foram aqueles que me marcaram por demonstrarem toda a sua capacidade de sobrevivência e perseverança, em Procurando Dory esse aspecto está ainda mais realçado. No novo filme, flashbacks nos apresentam a pequenina Dory, que logo descobre que ela não é igual aos outros peixes, o que me faz lembrar que eu também não tenho que ser igual as outras pessoas, pois sendo iguais aos outros, teremos resultados iguais. O que no primeiro filme foi tratado de maneira singela e cômica, a deficiência de Dory passa a ser enxergada sob uma nova perspectiva, mas sem perder o espírito de diversão e ensinamento.

Dory tem um objetivo a ser atingido, que é reencontrar seus pais. Nemo e Marlin haviam acabado de retornar da grande missão de resgate quando são convencidos pela amiga a começarem uma nova jornada. No entanto, já nos primeiros “nados” rumo a um novo lugar desconhecido, os perigos das profundezas do oceano surgem para afrontar e colocar em prova todos os planos, assim também é na vida real.

Em uma cena, três diferentes tipos de deficiência são colocadas em questão:

  1. a deficiência física de Nemo;
  2. a mental de Dory;
  3. as limitações psicológicas criadas pelo próprio Marlin.

Em meio a desentendimentos, falta de compreensão e de empatia, Dory, bem como sugere o título, perde-se de seus amigos e novos coadjuvantes entram em cena.

A começar por Hank, o polvo que tem medo de lugares abertos e, apesar de ter três corações, se apresenta como um personagem frio e calculista, que pensa em atingir os seus objetivos tirando proveito da necessidade do outro, quase não tem ninguém assim na vida real, essas pessoas só esquevem que quem cresce assim a queda é muito grande. Além dele, a tubarão baleia míope Destiny e o beluga Bailey, que acredita ter alguma deficiência, entram em cena para comprovar a importância do trabalho em equipe, liderança e da empatia para superar limites.

Apesar de suas deficiências, defeitos e limitações, cada personagem tem uma capacidade especial, cada um tem sua peculiaridade, assim como nós, por sermos impares, aquilo que sabem fazer de melhor – e esquecer não é uma delas. Além de terem aprendido na prática que juntos podem se tornar melhores, a cada novo desafio que surge eles puderam descobrir mais sobre si próprios. Afinal, só é possível oferecer ao próximo aquilo que você sabe que tem ou que pode fazer.

Tendo cada vez mais consciência sobre suas diferenças, são capazes também de explorar e desvendar suas capacidades, desenvolver novas habilidades e aprender novas práticas para superar os desafios. E esses desafios não são apenas as deficiências (sejam elas evidentes ou não), mas também podem surgir de maneira inesperada, quando seus planos não dão certo. Para crianças, adultos e também a Marlin, Dory ensina que não é porque as coisas aconteceram de uma forma diferente da esperada que se deve desistir e se acomodar à situação.

Ainda criança, Dory aprendeu com seus pais que “sempre há um outro caminho”. Se caso os planos não derem certo, o melhor a se fazer é pensar em uma solução ou em um recomeço e seguir em frente. Dory nos ensina a olharmos para dentro de nós mesmos, mas principalmente para aqueles que nos rodeiam. Cada um, do seu modo, poder ensinar, colaborar e revelar um futuro com novas perspectivas. Se quiser achar a solução, una-se àqueles que fazem você trabalhar e viver melhor e, juntos, continuem a nadar.

Autor: Janilton Maciel Ugulino
E-mail: janilton@lean.eng.br

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Já temos 2 comentário(s). DEIXE O SEU :)
Amarildo Araújo

Amarildo Araújo

Artigo excelente...Obrigado meu Amigo!
★★★★★DIA 25.07.17 09h56RESPONDER
Janilton Maciel Ugulino
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Janilton Maciel Ugulino

Janilton Maciel Ugulino

Grande parceiro, muito bom ouvir um feedback positivo de um ser humano diferencia e com pessamentos fora da caixa como você. Um forte abraço.

★★★★★DIA 25.07.17 13h58RESPONDER
N/A
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